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Posts Tagged ‘sábio’

O Que Eu Prefiro Ser!!!

 

Um velho sábio passou 7 anos recebendo visitantes no alto do monte onde morava dando conselhos.
Sobre relacionamentos, sobre negócios, sobre saúde e etc.
As pessoas sobiam aquele alto monte e lhe davam comida, das melhores que se possa imaginar, e pratos sempre prontos.
Afinal ele não dizia frases de mago de araque como: “existem verdades mais verdadeiras que a própria verdade” como um certo Coelh…o de sorte, ele desvendava altos enígmas nas vidas do povo.
Tinha discípulos para arrumar sua casa, administrar o dinheiro que ganhava em doações
Certo dia o sábio uma vez foi visitado por uma menino.
O menino queria lhe fazer uma pergunta, tanto quis que fez.
“Ó velho sábio, qual o sentido da vida?”
O velho olhou pra ele e disse: “Você já me mandou flores?”
O menino: “não”
“já me convidou pra jantar” perguntou o sábio
o menino “não”
“Então porque vc quer me foder?!” e gritou raivosamente o sábio.
Desta forma o menino foi acusado pelo sábio de espalhar mentiras e de possuir uma energia maléfica e negativa.
O menino foi expulso do paraíso e o sábio foi apontado como um herói que salvou o povo do menino satã.

Temos sábios demais no mundo.
Eu adoro ser Menino Satã

Tadj Mahhal

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bizarro-monk-cat

Era alta temporada de verão em Balneário Camboriú, gente bêbada de todos os cantos do Brasil e Argentina.

Em um destes dias, chegou um grupo de monges tibetanos, entre eles havia um monge ancião, muito sábio, de tão sábio chegaram à crer em certa época que fosse a reencarnação do Dalai Lama, algo que foi esclarecido de forma não sensacionalista, diferente daqui do ocidente.

Passada umas horas no hotel, o sábio monge resolveu conhecer o mar da Maravilha do Atlântico, seguiu para a Praia Central.

Lá chegando, sentou na areia mesmo, lógicamente que por suas roupas típicas de um monge tibetano, chamava a atenção dos que ali habitavam, mas devido as diferentes pessoas que na praia aparecem, é uma curiosidade que logo passa.

Sentado ali na praia, ainda eram umas duas da tarde, perto das quatro já não se tem sol na Praia Central, os prédios fazem sombra em toda areia, mas naquele horário o sol reinava, o monge se pegou assistindo o comportamento de uma mulher, ela era um pouco obesa, tinha um maiô cheio de cores formando flores com detalhes em dourado, ela levava consigo alguns adornos que não combinam com praia, como dois anéis que aparentavam alto valor financeiro.

Esta mulher tinha contratado os serviços de cadeira de praia e guarda-sol, também pediu uns petiscos no bar ali perto.

Os garçons levavam até ela os tais petiscos e choop vermelho, ou vinho, não era o que mais chamava a atenção do monge, e sim o comportamento de tal mulher. Ela comia como um animal raivoso, como uma iena disputando a carniça com suas iguais, fazia uma enorme sujeira, deixava a areia cheia de restos de comida, choop, ossos de frango, e dava até uns cuspes, quando se sentia engasgada, tamanha a velocidade com que comia.

Outro detalhe era o mal trato que ela dava aos garçons, gritava, chamava de idiotas, estúpidos, uma tremenda baixaría.

Instantes após ela se fartar de sua carniça, ela repara o monge, ela limpa sua boca engordurada com os braços cheios de areia fina, se levanta, com um certo custo, e vai de encontro a ele.

Ela estende a mão para o monge, e na palma de sua mão estão quarenta e sete centavos.

O monge se levanta da areia e pronuncia umas palavras em seu dialeto, em que, para entendimento da história traduzimos na linha abaixo:

_ Vai tomar no cú!!!

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