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Archive for outubro \15\UTC 2009

Me mandaram este assunto por e-mail, achei legal comentar:

Símbolos religiosos nas repartições públicas do Estado de SP

 
 

“Símbolos Religiosos nas repartições públicas do Estado de SP”

(Fonte: FOLHA de SÃO PAULO, de 09/08/2009)

 

NOTA DEZ! Esse Frade falou em nome de todos os cristãos…

 

“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas. Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!

 

Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas…

 

Não quero ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte…

 

Não quero ver a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados…

 

Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais,onde pessoas (pobres) morrem sem atendimento…

 

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa da desgraça dos pequenos e pobres.”

 

Frade Demetrius dos Santos Silva * São Paulo/SP

Meu comentário:

   Pessoas medíocres adoram por a culpa na justiça e na política, porém apenas por a culpa, talvez o tal frade tenha se esquecido que como o país foi montado em uma base católica, e por isto mesmo, é um povo que sempre espera soluções “de cima”, antes não podiam contestar os padres, pois eram mortos, por esta mesma crença, negros eram tidos como “raças inferiores”, mulheres como pocriadoras que deveriam tomar conta apenas das casas, alguém já viu “uma padre”? Por quê o padre manda mais que a freira?

o Estado com certeza tem de ser laico, pois se fosse católico, e puramente católico, estaríamos tentando matar mais índios para convertê-los e “libertar” suas almas.

O interessante é que a regra católica de base sempre ensinou que se deve respeitar os “eleitos pela vontade divina”, que sempre se deve apenas obedecer, tanto que quando a sociedade começou a ter seu direito ao voto, não soube direito o que fazer.

A saúde vai mal? Culpa dos maus eleitores, pior, culpa daqueles que reclamam e apenas reclamam, como já compôs Chico Buarque, ficam apenas ” esperando, esperando, esperando o trem, que já vem, que já vem que já vem…..”.

Outro detalhe, a cruz foi a humilhação usada contra Jesus, e é dela que fazem seu símbolo, graças a Deus a cruz vai sair dos locais públicos, agora podemos caminhar para frente, sem este peso humilhante em nossas costas, por isto me orgulho de ser paulista e me orgulho de José Saramago.

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bizarro-monk-cat

Era alta temporada de verão em Balneário Camboriú, gente bêbada de todos os cantos do Brasil e Argentina.

Em um destes dias, chegou um grupo de monges tibetanos, entre eles havia um monge ancião, muito sábio, de tão sábio chegaram à crer em certa época que fosse a reencarnação do Dalai Lama, algo que foi esclarecido de forma não sensacionalista, diferente daqui do ocidente.

Passada umas horas no hotel, o sábio monge resolveu conhecer o mar da Maravilha do Atlântico, seguiu para a Praia Central.

Lá chegando, sentou na areia mesmo, lógicamente que por suas roupas típicas de um monge tibetano, chamava a atenção dos que ali habitavam, mas devido as diferentes pessoas que na praia aparecem, é uma curiosidade que logo passa.

Sentado ali na praia, ainda eram umas duas da tarde, perto das quatro já não se tem sol na Praia Central, os prédios fazem sombra em toda areia, mas naquele horário o sol reinava, o monge se pegou assistindo o comportamento de uma mulher, ela era um pouco obesa, tinha um maiô cheio de cores formando flores com detalhes em dourado, ela levava consigo alguns adornos que não combinam com praia, como dois anéis que aparentavam alto valor financeiro.

Esta mulher tinha contratado os serviços de cadeira de praia e guarda-sol, também pediu uns petiscos no bar ali perto.

Os garçons levavam até ela os tais petiscos e choop vermelho, ou vinho, não era o que mais chamava a atenção do monge, e sim o comportamento de tal mulher. Ela comia como um animal raivoso, como uma iena disputando a carniça com suas iguais, fazia uma enorme sujeira, deixava a areia cheia de restos de comida, choop, ossos de frango, e dava até uns cuspes, quando se sentia engasgada, tamanha a velocidade com que comia.

Outro detalhe era o mal trato que ela dava aos garçons, gritava, chamava de idiotas, estúpidos, uma tremenda baixaría.

Instantes após ela se fartar de sua carniça, ela repara o monge, ela limpa sua boca engordurada com os braços cheios de areia fina, se levanta, com um certo custo, e vai de encontro a ele.

Ela estende a mão para o monge, e na palma de sua mão estão quarenta e sete centavos.

O monge se levanta da areia e pronuncia umas palavras em seu dialeto, em que, para entendimento da história traduzimos na linha abaixo:

_ Vai tomar no cú!!!

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